Clarice Linspector fala nos seus textos alguns assuntos da vida que realmente nós pensamos de vez em quando .Textos que fazem agente refletir e questionarmos a nós mesmos.
Já o texto de Gerd Bornheim fala que a atitude inicial do filósofo que determina seu caráter na filosofia.
O único problema dito é o da atitude inicial do filosofar , ou seja ,um específico comportamento que leva ao homem ocupar-se da filosofia e se sentir talvez um condenado a essa tarefa.
Ele dá o exemplo de Platão e Aristóteles que pretendiam ver na admiração o impulso inicial do filosofar.
Fala também que a grande barreira que impede o sentido da problematização é o dogmatismo ingenuo e que precisamos saber quais os caminhos do homem para transpo-la , caminhos que se dão no próprio solo em q-
ue o homem vive , e que vão condicionar a instauração da filosofia .
Nome: Patricky Couto S. da Silva N° : 30 T: 2002
terça-feira, 30 de novembro de 2010
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
O que é Angústia??
Jhonata Braga Florêncio Nº:12
O que é Angústia??
Um rapaz fez-me essa pergunta difícil de ser respondida. Pois depende do angustiado. Para alguns incautos. Inclusive, é palavra que se orgulham de pronunciar como se como ela subissem de categoria o que também é uma forma de angústia.
Angústia pode ser não ter esperança na esperança. Ou conformar-se sem ser resignar. Ou não ser o que realmente é, e nunca se é. Angústia pode ser desamparo de estar vivo. Pode ser também não ter coragem de ter angústia - e a fuga e outra angústia. Mas a angústia faz parte: o que é vivo, pode ser vivo, se contrai.
Esse mesmo rapaz perguntou-me: você não acha que há um vazio sinistro em tudo!!! Há sim. Enquanto se espera que o coração entenda.
Angústia é um sentimento que tortura desespera e controla a vida de quem sofre da tal, pois ela faz o angustiado se tormar um vegetativo ou não consegue perceber, ou está profundamente nela envolvido ou se recusa admitir que sofre de angústia. Não acredita mais na esperança, talvez porque o desespero da situação na qual esteja passando sugue todas as suas forças. A angústia também é responsável por colocar o indivíduo numa situação que ele não viva a sua vida, forma como ele realmente é, num sentido de que ele vive uma outra pessoa por ter medo de encarar o problema de frente, que é uma angústia; chegando ao estágio que o angustiado não se importa mais em viver, dando o desprezo a si mesmo, na realidade vivendo uma vida de angústia, como ela cercado de dor e sofrimento ao ponto de tudo ao seu redor tormar-se um grande vazio; um abismo constituído de densas trevas que o cerca, a angústia alimenta severas situações na vida dum invidíduo; nada mais faz sentido, tudo é igual, há tristeza em todas as situações sente-se só e incompleto.
Contudo, talvez só quando este inicia a problematização desta situação e encara a realidade e assuma a posição de estar vivendo uma angústia, procurando uma situação cabível, talvez seu coração possa entender tudo que se passa e tudo que se realmente é.
domingo, 28 de novembro de 2010
Juliana Brito Martins n°14
Você é um número
"Se você não tomar cuidado vira um número até para si mesmo. Porque a partir do instante em que você nasce classificam-no com um número. Sua identidade no Félix Pacheco é um número. O registro civil é um número. Seu título de eleitor é um número. Profissionalmente falando você também é. Para ser motorista, tem carteira com número, e chapa de carro. No Imposto de Renda, o contribuinte é identificado com um número. Seu prédio, seu telefone, seu número de apartamento - Tudo é número.
Se é dos que abrem crediário, para eles você também é um número. Se tem propriedades, também. Se é sócio de um clube tem um número. Se é imortal da Academia Brasileira de Letras tem número da cadeira.
É por isso que vou tomar aulas particulares de Matemática. Preciso saber das coisas. Ou aulas e Física. Não estou brincando: vou mesmo tomar aulas de Matemática, preciso saber alguma coisa sobre cálculo integral.
Se você é comerciante, seu alvará de Localização o classifica também.
Se é contribuinte de qualquer obra de beneficência também é solicitado por um número. Se faz viagem de passeio ou de turismo ou de negócio recebe um número. Para tomar um avião, dão-lhe um número. Se possui ações também recebe um, como acionista de uma companhia. É claro que você é um número no recenseamento. Se é católico recebe um número de batismo. No Registro civil ou religioso você é numerado. Se possui personalidade jurídica tem. E quando a gente morre, no jazigo, tem um número. E a certidão de óbito também.
Nós não somos ninguém? Protesto. Aliás é inútil o protesto. E vai ver meu protesto também é número.
A minha amiga contou que no Alto do Sertão de Pernambuco uma mulher estava com o filho doente, desidratado, foi ao Posto de Saúde. E recebeu a ficha com o número 10. Mas dentro do horário previsto pelo médico a criança não pode ser atendida porque só atenderam até o número 9. A criança morreu por causa de um número. Nós somos culpados.
Se há uma guerra, você é classificado por um número. Numa pulseira com placa metálica, se não me engano. Ou numa corrente de pescoço, metálica.
E Deus não é número.
Vamos ser gente, por favor. Nossa sociedade está nos deixando secos como um número seco, como um osso branco seco exposto ao Sol. Meu número íntimo é 9. Só 8. Só 7. Só. Sem somá-los nem transformá-los em novecentos e oitenta e sete. Estou me classificando com um número? Não, a intimidade não deixa. Veja, tentei várias vezes na vida não ter um número e não escapei. O que faz com que precisemos de muito carinho, de nome próprio, de genuinidade. Vamos amar que o amor não tem número. Ou tem?”
sábado, 27 de novembro de 2010
Keylaine e Mariana
Sou uma pergunta
Clarice Lispector
Quem fez o mundo?
Porque dois e dois são quatro?
Porque o Sol é quente?
Porque a Lua é fria?
Porque há o tempo?
Porque há a pantera tem olhos?
Porque há flores?
Porque e quem inventou os óculos?
Porque tenho fome?
Porque no Nordeste há fome?
Keylaine Melo (16) e Mariana Santos (26)
Trabalho de Filosofia
Alunas: Jéssica Feliciana e Karine Oliveira n°: 10 e 15
Você é um numero!
“Uma amiga minha contou que no Alto Sertão de Pernambuco uma mulher estava com o filho doente, desidratado, foi ao posto de saúde, E recebeu a ficha número 10. Mas dentro do horário previsto pelo médico a criança não pode ser atendida porque só atenderam até o numero 9. A criança morreu por causa de um numero. Nós somos culpados”
Clarice esta com toda razão, nós deixamos que nos classificam por números e não fazemos nada e porque não? Porque somos dogmáticos ingênuos, quando uma pessoa se “manifestou” e disse: porque estou sendo classificado por um numero e não pelo meu nome? Porque nós não vemos necessidade de questionar as coisas, deixamos como está, é a lei e quem vai se atrever a desafiar?
Pois devemos questionar, porque no futuro os únicos que vão sofrer é a gente, ninguém mais. Como diz o Gerd “O homem só abandona a postura dogmática a partir do momento em que julgar, por razões suficientemente radicais, que a realidade, basicamente, deixou vacilar ou perdeu o seu sentido” precisamos realmente passar por dor, angustia e sofrimento para poder ver a realidade? Porque não fazemos do modo mais fácil, como: questionar? Uma palavra tão simples e que faz toda diferença, mas por um lado à pessoa que passa pela experiência negativa aprende muito, ele vê que estava sendo dogmático alem de passar por uma experiência negativa, o que não agrada ninguém e por ultimo ele aprende uma nova tarefa: a Filosofia.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Trabalho de Filosofia
C.E.A.P.J.
Nome: Maycon Lupo dos Santos Brito nº: 28
Deleon Djalma dos Santos nº: 40
Turma:2002Turno: 1º(Manhã) Disc.: Filosofia
Essa dúvida todos nós temos. Religiosos afirmam que Deus fez o mundo e nós, para que nosso objetivo fosse deixar uma nova geração aqui, que são nossos filhos e netos até mesmo bisnetos. Ciêntistas afirmam que surgimos a partir de uma molécula que foi dando origem a novos seres e a novas espécies. Mas ninguém sabe mesmo a verdadeira verdade e nosso objetivo aqui.
Clarice Lispector tem essa mesma dúvida, porém encara de uma forma bem diferente. Ela mesmo não sabe quem ela realmente é, como veio parar aqui e nem o que veio fazer. Em um pequeno trecho Clarice Lispector afirma não entender nossa razão de existir "Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender.".
Para Clarice Lispector nós estamos quase nos tornando números a final nós somos registrados através de números e somos identificados por números, Clarice diz isso em uma parte do texto "Se você não tomar cuidado vira número até para si mesmo.".
Tudo na nossa vida é baseado em forma de números, exemplos disso: Nosso título de eleitor é diferenciado por números, nosso CPF que outro tipo de identificação que é baseada por números, nosso CEP que é a localização de nossas moradias, nosso telefone, etc... Quer saber de uma coisa, depois desse assunto até eu estou com medo de dormir um dia e quando acordar ter virado um número.
Clarice Lispector fala também de angústia, ela diz que um dia um homem lhe fez esta pergunta e ela disse exatamente assim "Angústia pode ser não ter esperança na esperança. Ou conformar-se sem se resignar.". Na minha opinião eu penso que angústia pode ser um tipo de sentimento que o ser humano pode ter quando outro ser humano faz algo de ruim que faz outra pessoa se sentir mal, mas isso varia muito de questão de opinião. Clarice Lispector se despede fazendo a seguinte pergunta "Sou uma pergunta?".
Gerd Bornhein pensa de uma forma diferente de Clarice Lispector. Gerd Bornhein usa muito o termo atitude inicial que determina último carácter de sua filosofia, Gerd Bornhein também fala muito em alguns filosofos muito conhecidos, que se chamam Platão e Aristóteles.
O que é uma pessoa dogmática?
Gerd Bornhein diz que uma pessoa dogmática é um tipo de pessoa que tem suas próprias verdades, mas todos nós somos dogmáticos, exemplos a igreja Católica diz que uma pessoa tem que casar virgem, isso é um tipo de verdade que a maioria dos católicos tem seguir. Outro tipo de dogmatismo é uma pessoa dizer que amuletos dão sorte, muitas pessoas acreditam outras não isso é um tipo de dogmatismo. O dogmatismo é dividido em algumas partes, exemplos:
Dogmatismo Ingênuo - É um dogmatismo que significa que a pessoa tem suas verdades, mas consegue ser convencida a acreditar em outras verdades.
Mais dogmáticas - São aquelas pessoas que tem suas verdades e não se convencem a acreditar em outras verdades.
Mais ainda dogmáticas - São aquelas pessoas que tem suas verdades, não mudam seus pensamentos e ainda querem convencer outras pessoas a acreditarem em suas verdades. Gerd Bornhein encerra seu texto dizendo a seguinte frase "É a partir desta conversão, e só dela, compreende-se que um homem possa impor-se uma nova tarefa: A Filosofia.".
Nome: Maycon Lupo dos Santos Brito nº: 28
Deleon Djalma dos Santos nº: 40
Turma:2002Turno: 1º(Manhã) Disc.: Filosofia
Trabalho de Filosofia
Clarice Lispector e Gerd Bornhein são dois filósofos que tem a mesma dúvida, porém encaram de formas diferentes. Essa dúvida que eles possuem é sobre quem somos? Qual o nosso objetivo? Como viemos parar aqui?Essa dúvida todos nós temos. Religiosos afirmam que Deus fez o mundo e nós, para que nosso objetivo fosse deixar uma nova geração aqui, que são nossos filhos e netos até mesmo bisnetos. Ciêntistas afirmam que surgimos a partir de uma molécula que foi dando origem a novos seres e a novas espécies. Mas ninguém sabe mesmo a verdadeira verdade e nosso objetivo aqui.
Clarice Lispector tem essa mesma dúvida, porém encara de uma forma bem diferente. Ela mesmo não sabe quem ela realmente é, como veio parar aqui e nem o que veio fazer. Em um pequeno trecho Clarice Lispector afirma não entender nossa razão de existir "Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender.".
Para Clarice Lispector nós estamos quase nos tornando números a final nós somos registrados através de números e somos identificados por números, Clarice diz isso em uma parte do texto "Se você não tomar cuidado vira número até para si mesmo.".
Tudo na nossa vida é baseado em forma de números, exemplos disso: Nosso título de eleitor é diferenciado por números, nosso CPF que outro tipo de identificação que é baseada por números, nosso CEP que é a localização de nossas moradias, nosso telefone, etc... Quer saber de uma coisa, depois desse assunto até eu estou com medo de dormir um dia e quando acordar ter virado um número.
Clarice Lispector fala também de angústia, ela diz que um dia um homem lhe fez esta pergunta e ela disse exatamente assim "Angústia pode ser não ter esperança na esperança. Ou conformar-se sem se resignar.". Na minha opinião eu penso que angústia pode ser um tipo de sentimento que o ser humano pode ter quando outro ser humano faz algo de ruim que faz outra pessoa se sentir mal, mas isso varia muito de questão de opinião. Clarice Lispector se despede fazendo a seguinte pergunta "Sou uma pergunta?".
Gerd Bornhein pensa de uma forma diferente de Clarice Lispector. Gerd Bornhein usa muito o termo atitude inicial que determina último carácter de sua filosofia, Gerd Bornhein também fala muito em alguns filosofos muito conhecidos, que se chamam Platão e Aristóteles.
O que é uma pessoa dogmática?
Gerd Bornhein diz que uma pessoa dogmática é um tipo de pessoa que tem suas próprias verdades, mas todos nós somos dogmáticos, exemplos a igreja Católica diz que uma pessoa tem que casar virgem, isso é um tipo de verdade que a maioria dos católicos tem seguir. Outro tipo de dogmatismo é uma pessoa dizer que amuletos dão sorte, muitas pessoas acreditam outras não isso é um tipo de dogmatismo. O dogmatismo é dividido em algumas partes, exemplos:
Mais dogmáticas - São aquelas pessoas que tem suas verdades e não se convencem a acreditar em outras verdades.
Mais ainda dogmáticas - São aquelas pessoas que tem suas verdades, não mudam seus pensamentos e ainda querem convencer outras pessoas a acreditarem em suas verdades.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Beatriz dos Santos e Ester guimarães
Entender ou nao depende de cada um de nós
Assim como o pensamento de Gerd "a filosofia é determinada pela atitude inicial do filósofo",portanto entendemos que aquilo que temos por "filosofia de vida" ou do princípio dogmático é que nos faz ver o outro com um diferente olhar, pois enxergamos da maneira que entendemos por real que pode não ser entendido pelo outro.
Por isso, em seu texto "nao entender",Clarice diz "Sinto que sou mais completa quando não entendo" ou "Quero entender que nao entendo". Entender ou não ser entendido é uma benção estranha, como ter loucura sem ser doida. Como entender o outro Ser sem fazer um julgamento do que chamamos de certo partindo do princípio dogmatico que nos é implícito.
Clarice diz que "O bom é ser inteligente e nao entender" e gerd nos mostra que "quando o homem toma consciencia de sua própria ignorancia; tal consciencia leva-o a interrogar o que ignora, até atingir a supressão da ignorancia, isto é, o conhecimento".Muita das vezes quando alguem obtem o conhecimento de um tal asunto que tanto homejava saber ele se torna um "nariz em pé" se acha o melhor e nem sempre passa seu conhecimento ao proximo simplesmente se satisfaz ignora os outros e torna se um soberbo que ao mesmo tempo tem a sabedoria mas não sabe usa la da forma correta.
Assim como o pensamento de Gerd "a filosofia é determinada pela atitude inicial do filósofo",portanto entendemos que aquilo que temos por "filosofia de vida" ou do princípio dogmático é que nos faz ver o outro com um diferente olhar, pois enxergamos da maneira que entendemos por real que pode não ser entendido pelo outro.
Por isso, em seu texto "nao entender",Clarice diz "Sinto que sou mais completa quando não entendo" ou "Quero entender que nao entendo". Entender ou não ser entendido é uma benção estranha, como ter loucura sem ser doida. Como entender o outro Ser sem fazer um julgamento do que chamamos de certo partindo do princípio dogmatico que nos é implícito.
Clarice diz que "O bom é ser inteligente e nao entender" e gerd nos mostra que "quando o homem toma consciencia de sua própria ignorancia; tal consciencia leva-o a interrogar o que ignora, até atingir a supressão da ignorancia, isto é, o conhecimento".Muita das vezes quando alguem obtem o conhecimento de um tal asunto que tanto homejava saber ele se torna um "nariz em pé" se acha o melhor e nem sempre passa seu conhecimento ao proximo simplesmente se satisfaz ignora os outros e torna se um soberbo que ao mesmo tempo tem a sabedoria mas não sabe usa la da forma correta.
Trabalho de Filosofia 4ºBimestre
Nome: Sâmela Silva Bento Nº: 33
Nome: Flavia Angel Moraes Nº: 3
O dogmático é aquele que acredita em uma verdade como se fosse uma lei, crença etc... Existem vários tipos de dogmáticos. Há aqueles que são menos dogmáticos, que acreditam em uma verdade, mas estão de certa forma, dispostos a mudar de opinião. Existem também os mais dogmáticos que são aqueles que acreditam em uma verdade, mas não mudam de opinião por nada, e ainda impõe as pessoas a sua verdade. Há também aqueles que são, digamos assim, dogmáticos ao extremo, que alem de não mudarem de opinião, impor ela a outras pessoas também são capazes de chegar ao ponto de agredir e humilhar aqueles que não concordam ou não estão enquadrados nesta verdade. Por ultimo tem aqueles que são considerados dogmáticos ingênuos, eles acreditam em uma verdade, sem ao menos questionar se é realmente verdade.
Às vezes, em qualquer nível de dogmatismo, podemos acreditar em dogmas falsos, e quando descobrimos sempre nos prejudicamos de alguma forma ou ate mesmo só depois de nos prejudicarmos é que descobrimos que aquilo na realidade era pura ilusão. Essas experiências que temos podem ate ser dolorosas, mas servem para abrir nossos olhos para não cometermos o mesmo erro de não acreditar sem fazer qualquer tipo de questionamento ou o erro de acreditar demais em um dogma sem aceitar e nem ao menos escutar a opinião alheia.
Uma experiência negativa é a angustia, muitas vezes quando descobrimos que de certa forma fomos enganados e que acreditamos em uma falsa verdade, bate uma angustia. Angustia por algo que se fez enquanto se acreditava naquilo, angustia por ser tão ingênuo em acreditar ou ate por ser tão burro a ponto de acreditar, isso depende do angustiado. Mais o pior é quando se tenta fugir da angustia, pois assim se cria uma angustia ainda maior.
Passado essa parte da experiência negativa que serviu de aprendizado, vem à parte em que se escolhe que atitude vai tomar. Se optar por continuar no dogmatismo ingênuo ou extremo não tem problema, é uma escola pessoal, cabe ao mundo aceita-la, mas quem sofrera as conseqüências será a própria pessoa e terá que passar pela experiência negativa de novo. Mas também poderá escolher outra atitude, se a experiência negativa realmente lhe serviu de aprendizado, então ele tomara uma atitude filosófica.
Atitude filosófica é simplesmente uma posição que você toma em relação a qualquer opinião que lhe é apresentada. A partir do momento que você toma esta atitude, você começa a problematizar primeiro antes de aceitar qualquer opinião que lhe mostram. Uma atitude filosofia é o texto "Sou uma pergunta" de Clarisse Lispector, nesse texto ela prefere não se definir, ao contrario do que todo mundo faz, se tornado assim uma pergunta. Porque somos seres em constante mudança, e o que pode ser uma coisa hoje, amanhã pode não ser, ou a forma que se pensa hoje, amanha poderá não ser outra. Essa é uma postura pouco dogmática, porque apesar de suas convicções ela esta disposta a ouvir outras opiniões e assim usando seu próprio raciocínio escolher o seu dogma. É claro que para assumir essa postura ela deve ter passado por certas experiências que a levaram a agir e pensar assim, mas o mais importante é ser racional é seguir uma atitude filosófica, pois mantendo uma atitude filosófica você não se deixara levar pela cabeça dos outros sem ao menos questionar, e também não será tão dogmático a ponto de não querer ouvir mais ninguém.
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